Nossa História

O OGMO-ES

A história dos Órgãos de Gestão de Mão de Obra do Trabalho Portuário Avulso nos Portos Organizados (Ogmo) do Brasil tem início com a Lei n° 8.630, de 1993, que permitiu aos operadores portuários, empresas constituídas e responsáveis pelas operações portuárias formar este tipo de instituição independente.

No Espírito Santo, o Ogmo foi criado em 1996 e sua responsabilidade inclui, como o próprio nome já diz, a gestão da mão de obra portuária avulsa no estado, obedecendo ao estabelecido na Lei, na Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo de Trabalho.

Em 2013, a Lei 12.815, também conhecida como a “nova lei dos portos”, determinou as atribuições, competências e atuação dos órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário avulso. Para conhecê-las, clique aqui.

Treinamento

Com mais de 1.600 trabalhadores portuários avulsos (TPAs) cadastrados e registrados, o Ogmo-ES conta com uma Política de Treinamento que contribui significativamente para segurança, produtividade, crescimento, competitividade e destaque dos portos capixabas nos cenários nacional e internacional seguindo dois eixos norteadores: desempenho e segurança.

Escalação

Além da escalação tradicional, o TPA cadastrado ou registrado no Ogmo-ES pode fazer suas escolhas de trabalho na função em que é habilitado também pela web. Atualmente, mais de 90% dos profissionais optam por utilizar acessar o sistema por meio de computadores, tablets ou smartphones.

Segurança e Saúde

Segurança do Trabalho nas Operações Portuárias visando o valor maior que é a VIDA.

Fortalecer os trabalhos de prevenção de acidentes nas operações portuárias já realizados em conjunto com TPA’s, tomadores de serviços e operadores portuários, identificando as condições de risco nos locais de trabalho, bem como solicitar medidas de controles dos riscos existentes, discutir as ocorrências de segurança e a implantação de ações preventivas, buscando por meio da conscientização dos trabalhadores e dos operadores portuários na melhoria das condições de trabalho nos portos e terminais do Estado do Espírito Santo.

Ampliar a participação de um número cada vez maior de trabalhadores avulsos nas discussões sobre segurança nas operações portuárias, o que tem contribuído muito com a redução de acidentes no trabalho, visto que os procedimentos de segurança são elaborados e estabelecidos em conjunto com as partes que coordenam e executam as operações. Sobretudo, consolidar uma cultura consciente de prevenção de acidente no trabalho portuário.

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